O pino que não é o da minha perna.

Por Dagmar Blota

Se você rasgar um livro ou um jornal estará mudando a história do que lá vai escrito???

Sinto-me profundamente triste de saber que o Jornal Correio D´oeste foi rasgado e amassado na frente do escritor do editorial da última edição,  que trazia críticas à atuação do prefeito municipal.

O autor da façanha atende pela alcunha de Pino, um objeto que tenho na perna por necessidade, em razão de um acidente.  O tal Pino, que não é o da minha perna, desrespeitou mais de cem anos de história, desrespeitou a família Blota, que tanto contribuiu para o periódico (daí,também, minha indignação) e desrespeitou o Sr. Alício, além do próprio povo que lê e confia no Correio D´oeste, só porque não concordou com o conteúdo do jornal. Mas não conseguiu mudar a história tampouco seu conteúdo.

A Alemanha nazista, podem pesquisar, queimava livros em 1933… e deu no que deu.

Não que a manifestação de boçalidade possa ser comparada às atrocidades da segunda guerra mundial, mas é o início de tudo…

Vladmir Maiakovski, que morreu em 1930, sintetizou a barbaridade num poema:

 

“Na primeira noite, eles se aproximam

e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores,

 matam nosso cão.

 E não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa,

 rouba-nos a luz,  e, conhecendo nosso medo,

                 arranca-nos a voz da garganta.

     Só para constar: ninguém vai arrancar a voz de nossa garganta!

Perfeito. Nada a declarar!

Por Dagmar Blota

 Está aqui um texto que eu gostaria de ter escrito.

Obrigada Sérgio Ronco. Nada mais a declarar.

 

“Carnaval ou Vendaval???
Chegou o carnaval edição 2017, e na esfera política nem todos terão o prazer de pular e até mesmo passar os 4 dias tranquilos. O clima em Ribeirão Bonito não é dos melhores nessa área, as conversas de bastidores dão conta que já estão rasgando fantasias.
Pulando do barco
O Fontenele me disse que o grupo liderado pela Dagmar Blota, aquela que ajudou muito a eleger o Chiquinho, anda muito descontente com as ações do prefeito. A própria Dagmar não estaria mais subindo as escadarias do paço municipal. De acordo com o Fonte, Dagmar teria tentado de tudo para evitar certas situações que acabaram estourando de forma previsível. O carnaval para o grupo será de muita conversa e avaliação.
Senhores façam suas apostas…
Dissidente…
O Fontenele contou também, que no grupo da Dagmar, tem um dissidente, e que ele não está escalado para as conversações nos dias da folia de carnaval.
 
Quinta brava
Na última quinta-feira, o gabinete do prefeito foi palco de muitas discussões e entra e sai. Até a porta que sempre esteve aberta desde a posse do chefe, nessa oportunidade ficou lacrada, porém, como não é a prova de som, acabou vazando quase tudo.
Engrenagem quebrada
Prefeito e Vice não estariam  falando a mesma língua. O Fontenele vai confirmar se é vero!
Nitroclicerina Pura..

Vem aí uma conta para o município pagar no valor de R$ 740 mil. Essa fatura já estaria ajuizada por uma Usina de Asfalto da região que cobra essa “pequena” bagatela dos cofres públicos, referentes os anos de 2008 a 2014. Segundo o Fontenele, a prefeitura em 2016 recorreu dessa “continha”.

Carnaval com Buracos
Ainda não foi nesta semana que a prefeitura iniciou a operação tapa-buracos. O Fontenele disse que o Chiquinho saiu atordoado da reunião em uma usina de asfalto, onde estaria negociando massa asfáltica.  Segundo o Fonte, um dos diretores recebeu o chefe do Executivo mais ou menos assim: “Que bom que o senhor veio prefeito, dessa forma o senhor leva essa duplicata a ser paga”. A ser confirmado, o valor é de R$ 740 mil

Fontenele sabe tudo…
O Fonte disse que o Edmo será efetivado na chefia de gabinete, assim que o carnaval passar. É bom mesmo que seja dessa forma pois a situação me parece TOTAMENTE IRREGULAR, com direito a mesa, cadeira, telefone e os poderes de grayskull desde os primeiros dias de janeiro. Só não recebe dos cofres públicos, dito pelo chefe em entrevista a este escriba,  que pagaria do seu próprio bolso.
 
Atchim…saúde!!!

A Saúde de Ribeirão Bonito está na UTI e não é por falta de médicos competentes e dispostos, nem mesmo da  disposição e empenho de enfermeiros, enfermeiras e agentes da área. A doença parece estar passando para a fase aguda: falta de recursos. Sabe-se que a Santa Casa recebe uma quantia da prefeitura para pagar contas e repassar salários para aos profissionais que lá trabalham. A entidade é um testa de ferro da prefeitura para pagar a Saúde da cidade, isso não é novidade para ninguém e nem ilegal(ao meu ver). Acontece que aos olhos da população, parece que o hospital recebe zilhões sem necessidade, o que não é verdade. Outro fator importante é que a Santa Casa é uma entidade particular e como tanto, não pode e não deve sofrer interferência política. Dia desses o Marcel disse que a prefeitura repassou R$ 160 mil, o que é verdade, porém, as despesas são bem maiores que esses R$160 mil. Sendo dessa forma, continua no vermelho. O prefeito me disse em telefonema que não faltará recursos para a entidade. Repito: a Santa Casa tem  profissionais que prestam serviços de qualidade e são elogiados por todos!

Grito de Carnaval

Olha o TCE aí, gente!!!
Mensagem Final
Só recorre aos gritos quem não conseguiu triunfar com a razão.”

Feliz Natal.

O Cutucando a Onça se despede desejando a todos um feliz natal e um próspero ano novo.

Eu estou igual ao Papai Noel: de saco cheio!

#um beijo e não me liguem.

Sintam-se todos ameaçados. Vou mas volto.

FLAGRANTE!!!

Por Dagmar Blota

 

Flagrante – ser apanhado assim pode ser a maior de todas as provas. Vem do Latim flagrans, “o que queima, ardente”, do verbo flagrare, “queimar”, da raiz Indo-Européia bhleg-, “queimar”.

Passou a ser usado a partir de 1706 com o sentido atual a partir da expressão jurídica in flagrante delicto, “com o crime ainda ardendo, ainda quente, recém terminado”.

Na última terça-feira (13/12) o vereador eleito Galego Mascaro teve sua moto furtada defronte seu escritório. A polícia militar agiu rapidamente e encontrou o autor do furto em posse da moto. Trata-se de Wiliam Gustavo Bertolini dos Santos, que participou do homicídio de nosso amigo Claudio Bodas, todos se lembram.

Absurdamente nosso delegado de polícia não formalizou o flagrante, e por volta das 22:00 o Sr. Willian já estava solto.

A vítima, por outro lado, foi obrigada a ficar até a madrugada na delegacia para terminar de prestar seu depoimento.

O delegado entendeu que não existiu o flagrante, porque Willian não foi pego com a “boca na botija”, com a “mão na massa”, apesar de a polícia militar surpreendê-lo com a moto já lixada…

Vamos dar uma aula rápida ao delegado, no estilo Dagmar:

Existem três tipos de flagrante: a) flagrante próprio (com a mão na massa, delegado); b) flagrante impróprio (após perseguição, delegado); c) flagrante presumido (sem perseguição, com elementos de prova que indiquem o autor do crime, delegado).

O que ocorreu no caso foi o flagrante presumido, Dr. delegado, uma vez que, pouco tempo depois do furto, o autor do crime foi surpreendido com evidências óbvias, devidamente comprovadas, da prática criminosa.

Chega! Tá explicado. Se o leitor comum entendeu o Sr. também entendeu, não Doutor? E sua justificativa para não fazer o flagrante foi pífia.

A polícia militar agiu bem. O delegado agiu mal.

Ilustrando:

Flagrante próprio (o crime em chamas, ardendo):

Flagrante Impróprio (suspeito em fuga):

Flagrante presumido (suspeito surpreendido com o objeto do crime):

Ói nóis aqui traveiz!

Pois é pessoal, ficamos um longo temo sem postar em respeito às leis eleitorais, que não permitem a utilização de sites por parte dos candidatos.

Então a verdade é a seguinte: O Nanado atrapalhou todo o esquema de publicação de posts. Agora que ele está eleito, podem apostar que ele está FORA do Cutucando a Onça. Out… Fora… Não participa mais. Agora ele é vidraça e eu, Dagmar, continuo sendo a pedra.

E conto com vocês para continuar fiscalizando a gestão pública.

Serei a pedra na vidraça e no sapato.

 

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                                                                                                   Dagmar Blota